quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Alerta!!! Campanha contra o trem da imoralidade, ou seja, o fim do concurso público

A Folha Dirigida está lançando uma campanha nacional pelo fortalecimento do concurso público obrigatório, transparente e democrático. Como se sabe, há duasPECs (Proposta de Emenda Constitucional) que tramitam no Congresso Nacional. O objetivo dessas PECs é a tentativa de efetivar milhares de servidores públicos que não fizeram o concurso exigido pela Constituição Federal. Se forem aprovadas, será o maior e mais vergonhoso trem da alegria da história da República.Ou seja: através de um artifício legal, serão efetivados funcionários requisitados e terceirizados/contratados, num total que pode chegar aos 300 mil servidores.Isso mesmo: 300 mil servidores que não fizeram concurso público. Mais que um trem da alegria, este é um trem da imoralidade. Acessem o link a seguir para contribuir com a campanha. Mais abaixo, segue uma notícia sobre o caso retirada do jornal O Estado de São Paulo.

http://www.folhadirigida.com.br/script/FdgFormCampNac.asp

Projetos de lei pedem efetivação de 260 mil servidores públicos não-concursados

A aprovação das propostas de emenda à Constituição (PECs) que efetivam pelo menos 260 mil funcionários contratados sem concurso público, o novo 'trem daalegria' em tramitação no Congresso, pode tirar da Previdência Social uma receita que hoje lhe rende R$ 4 bilhões anuais, além de perpetuar uma despesacom pessoal da ordem de R$ 20 bilhões anuais.Segundo estimativas preliminares da equipe econômica do ministério, esse é o valor estimado que os governos federal, estaduais e municipais estão gastandocom funcionários públicos contratados pela CLT ou como temporários.Esses funcionários não-concursados tentam ser efetivados - ganhando estabilidade no emprego - na administração pública por meio das PECs dos deputados Gonzaga Patriota (PSB-PE) e Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) e do ex-deputado Celso Giglio. Elas estão prontas para votação na Câmara dos Deputados.O número exato de potenciais beneficiários é desconhecido dos técnicos, mas uma coisa é certa: eles estão concentrados principalmente nos estados e municípios.“O impacto sobre estados e municípios é muito maior do que sobre a União”, disse o subchefe de Assuntos Governamentais da Casa Civil, Luiz Alberto dos Santos, um dos principais especialistas do Palácio do Planalto em administração pública.
jornal "O Estado de São Paulo".

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