quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Nokia abandona a marca Symbian - Sistema operacional será chamado de "Nokia Belle" e estará disponível para download em janeiro de 2012

        A Nokia anunciou nesta quarta-feira (21/10) que vai abandonar a marca Symbian, comprada pela empresa em 2008. Com isso, a partir de janeiro de 2012, o sistema operacional passará a se chamar "Nokia Belle".

"Toda a nova interface de usuário 'Nokia Belle' estará disponível em breve para download para os smartphones existentes e será entregue com uma seleção de smartphones que já estão no mercado", afirmou a companhia no seu blog oficial.

Assim, novos celulares da fabricante como o N8, C7 e C6-01, que "começaram sua jornada da fábrica para as lojas", já virão com o novo "Nokia Belle" instalado.

Já os donos de antigos celulares como os E6, E7 e X7 podem ficar tranquilos. Junto do lançamento, a empresa irá apresentar um update do software para download.

Segundo a empresa, a versão Nokia Belle trará 6 telas, trazendo "mais espaço real para guardar seus apps e widgets". Além disso, essa versão contará com melhorias na forma de ler seus e-mails.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Sky ingressa no mercado de banda larga e lança serviço 4G no Brasil

            Para promover sua estreia no mercado de banda larga e diferenciar das demais concorrentes, a Sky, uma das maiores operadoras de TV a cabo do país, contará com o uso da tecnologia 4G, que substituirá o já conhecido 3G. Dessa forma, a empresa será a primeira a oferecer o serviço no Brasil.

Batizada de "Sky Banda Larga", a operação teve início na última terça-feira (13/12), em todo o Plano Piloto de Brasília (Asas Sul e Norte, Lagos Sul e Norte), além das cidades-satélite de Águas Claras e Sobradinho. Para o ano que vem, a Sky prevê a chegada do recurso em novas localidades do Distrito Federal, onde já tem licença para ofertar os serviços de comunicação de dados (SCM).

Vale lembrar que a operação em Brasília servirá como teste, para que então se decida ou não por um plano de expansão de oferta para outros mercados no território nacional. Em 2012, o serviço deve chegar a mais 12 cidades, entre elas Goiânia, Belo Horizonte, Vitória, Porto Velho, Bauru, Belém e Uberaba.

O sistema vai utilizar a tecnologia conhecida como TD-LTE - padrão que está sendo promovido pela China Mobile, a maior do mundo em número de usuários -, que oferece a possibilidade de taxas mais altas de velocidade em transmissão de dados.

De acordo com a empresa, serão ofertados produtos com as velocidades de 2 Mbps e 4 Mbps. Os clientes poderão optar por um "combo" que vai incluir TV por assinatura e banda larga, ou escolherem comprar cada item de forma avulsa, o que possibilita atingir um número maior de pessoas, sem a necessidade de contratar planos televisivos.

Para o "combo", os valores estão entre R$ 129,80 e R$ 379,70. Já na venda individual, os preços serão entre R$ 79,90 e R$ 99,90 para cada serviço.

O presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista da Rocha, disse que a velocidade contratada vai ser entregue integralmente aos clientes. Isso porque, atualmente, as operadoras que atuam no país se comprometem a entregar apenas 10% da velocidade contratada, ou estipulam cotas de tráfego de dados que acarretam a redução da velocidade.

Rocha ainda informou que, no momento, a Sky não planeja investir no mercado de internet móvel. Segundo ele, no entanto, a plataforma utilizada pela empresa permite que isso seja feito.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sensor para detectar obstáculos altos promete facilitar locomoção de deficientes visuais nas ruas. O aparelho, que deverá ser acoplado a acessórios usuais como óculos escuros, tem o objetivo de ampliar o alcance da bengala.

Orelhões, placas e toldos são alguns dos obstáculos que os deficientes visuais têm dificuldade de detectar mesmo com a ajuda da bengala, que se limita a "varrer" o que aparece da cintura para baixo. Um sensor ultrassônico recém-criado, capaz de sinalizar também os objetos mais altos, promete facilitar a locomoção dessas pessoas.

"Muitos cegos se machucam por causa de objetos que não conseguem detectar"

O equipamento foi idealizado depois que o físico e técnico-administrativo Edivaldo Amaral Gonçalves, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, assistiu a uma reportagem mostrando o desafio que é para o cego andar nas ruas, desorganizadas e mal sinalizadas.

"Muitos cegos se machucam por causa de objetos que não conseguem detectar", conta Gonçalves. "Como sabemos que é mais difícil fazer uma mudança na cidade, surgiu essa ideia de usarmos os conhecimentos de robótica para criar um mecanismo capaz de complementar o uso da bengala", justifica.

Alerta vibratório

Cego com bengala
Sensor sinaliza os objetos mais altos, fora do alcance das bengalas. (foto: Milton Jung/ CC BY 2.0)

O aparelho, formado por um circuito eletrônico equipado com um sensor ultrassônico, foi feito para ser posicionado na altura da cabeça do usuário, já que a intenção é sinalizar os objetos que estão fora do alcance da bengala, ou seja, da cintura para cima.

O sensor vibra ao detectá-los a partir de dois metros de distância. "À medida que o usuário vai se aproximando do objeto, mais intenso fica o sinal vibratório", explica Gonçalves. A ideia é que o deficiente visual possa perceber o quão próximo está dos obstáculos e tenha tempo de desviar.

O dispositivo se vale de mecanismo de detecção similar ao usado pelos morcegos. Ele registra o tempo que a onda ultrassônica (inaudível) emitida pelo próprio sensor leva para ir até o objeto e voltar. Com esse dado, calcula a distância do obstáculo à pessoa.

"Como tem um botão na lateral, o sensor, que funciona a bateria, pode ser acionado somente quando o usuário necessitar dele, por exemplo, quando for caminhar", afirma o físico.

Sensor para o dia a dia

Gonçalves conta que o protótipo do aparelho, preso à testa por uma faixa, já está sendo aperfeiçoado. "A ideia agora é diminuir o circuito e, com isso, o tamanho do sensor, para que no futuro ele possa ser acoplado a acessórios pequenos e usuais como óculos escuros", adianta.

O pesquisador contou com a ajuda do também físico Evilázio Ferreira Lopes e do estudante de engenharia elétrica Jonathan de Arruda Rodrigues para construir a primeira versão do sensor.

Os testes do equipamento incluíram a participação de cinco voluntários do Instituto dos Cegos, em Cuiabá. "Um deles, que joga futebol, ficou inclusive empolgado com a possibilidade de detectar a distância da trave", lembra o físico.

A ideia é fazê-lo o mais barato possível, para que qualquer deficiente visual possa ter acesso à tecnologia

O projeto ficou em primeiro lugar no concurso Pró-Inovação Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, promovido pelo Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília, com apoio do Ministério da Educação.

O pedido de patente já foi feito. Agora só falta encontrar uma empresa interessada em produzir o aparelho em escala comercial. "A ideia é fazê-lo o mais barato possível, para que qualquer deficiente visual possa ter acesso a essa tecnologia", espera Gonçalves.

Fonte: Ciência Hoje On-line

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Criado o primeiro tablet para escrever em Braille

Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/10/2011

Mudando de ideia

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, criaram um tablet que permite escrever braile usando a tela sensível ao toque.

"Originalmente, nossa intenção era criar um aplicativo de reconhecimento de caracteres que pudesse usar uma câmera de um dispositivo móvel - um celular

ou um tablet - para transformar páginas em Braille em textos correntes," explica Adam Duran, idealizador do projeto.

Mas os problemas começaram a pipocar rápido.

"Como é que uma pessoa cega vai orientar uma página para que o computador saiba qual é o lado de cima? Como uma pessoa cega vai garantir a iluminação correta

de toda a página," explica Duran.

Logo ficou claro para ele e seus colegas Adrian Lew e Sohan Dharmaraja que o pulo do gato não era fazer um leitor Braille, mas um "escrevedor" Braille.

"Imagine ser um cego em uma sala de aula, como é que você vai fazer anotações," comenta Lew. "E como fazer se você estiver na rua e precisar anotar um número

de telefone? Estas são questões reais com que as pessoas cegas se deparam no dia-a-dia."

Tablet para escrever em Braille

Uma máquina de escrever Braille moderna se parece com um notebook sem tela, com um teclado de oito teclas - seis para criar o caracter, mais um enter e

um delete.

O maior desafio foi criar uma forma para que uma pessoa cega pudesse encontrar as teclas em uma tela sensível ao toque comum, que é plana, sem nenhuma saliência.

Então, em vez de criar teclas na tela que o usuário precise localizar, os cientistas inverteram o processo: o usuário coloca oito dedos simultaneamente

sobre a tela e o programa leva as teclas virtuais até cada um dos dedos.

Se o usuário ficar perdido no meio da digitação, basta tirar todos os dedos da tela e começar de novo.

Os cientistas afirmam que um tablet Braille deverá custar um décimo do preço de uma máquina de escrever Braille tradicional.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Banda larga popular também será oferecida em pacotes

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deve entrar em prática em 90 dias, conforme anunciou o Ministério das Comunicações. O acordo firmado pelo governo com as operadoras CTBC, Oi, Sercomtel, Telefônica e Vivo prevê a oferta de internet com velocidade de 1 Mbps (banda larga), fixa ou via rede móvel (3G), por R$ 35 mensais para todo o país até 2014. Na prática, entretanto, o PNBL pode ser oferecido em combos com telefone fixo de R$ 65 para clientes da Telefônica e R$ 69,90 nas cidades sob cobertura da Oi.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Novo padrão para tomadas será obrigatório a partir de julho

troca foi planejada ao longo de uma década; ao incluir um encaixe mais profundo e a obrigação do fio terra, promete mais segurança aos brasileiros

 
A partir de julho, todas as tomadas, todos os aparelhos elétricos e eletrônicos vendidos no país terão que ser do novo padrão, aquele com três pontos redondos.

A partir de 1º de julho, aparelhos elétricos completam a lista: nada poderá ser vendido sem três pinos. E todos eles redondos.

A troca foi planejada ao longo de uma década. Ao incluir um encaixe mais profundo e a obrigação do fio terra, promete mais segurança aos brasileiros.

E agora que todos os aparelhos vão ser vendidos com o padrão novo, o que faz o consumidor? Corre até a loja e compra tomadas para a casa inteira? Faz a troca pouco a pouco? Ou parte para a solução imediata dos adaptadores?

No quarto e sala de Eduardo Furlan, dez tomadas antigas e só um aparelho com o plugue novo.

"Vai ter um custo que a gente vai ter que botar no orçamento para poder trocar", observa o consumidor.

Eduardo gastaria R$ 55 pra trocar as tomadas, fora a instalação. A solução temporária, o adaptador, saiu por R$ 4.

"À medida que se vai adquirindo mais eletro-eletrônicos se vê a necessidade de mexer na instalação ao invés de se ter vários adaptadores", comenta o professor de elétrica do Senai Osmar Souza.

Adaptadores não devem ser usados em equipamentos muito potentes, como geladeiras e secadoras de roupa. E, além disso, oferecem riscos.

"Se ele entrar folgado, eu vou ter contato sobre contato gerando calor. E ele pode, através do calor, se houver uma cortina próxima ou algum produto que possa vir a queimar, gerar um incêndio", alerta o professor.

Na dúvida, o professor recomenda: troque as tomadas. Troque pouco a pouco, na medida do seu bolso e dos equipamentos que chegarem à sua casa.

Ultrabooks: conheça a nova categoria de 'laptops compactos'

Se às vezes as fronteiras que dividem os diferentes tipos de computadores é frágil, saiba que o mais importante é prestar atenção no que você espera do seu micro. Daí, antes de escolher uma máquina, preste atenção nas categorias criadas pelos fabricantes. Aqui, vamos falar dos computadores portáteis. Portanto, estão de fora os desktops e suas variáveis.  

Começando pelo mais conhecido, aqui está o notebook: também chamado por alguns de laptop. Quando esses computadores portáteis surgiram eles eram caros e de desempenho sofrível. Hoje, são a principal peça de venda da indústria. Fazem praticamente tudo que um computador de mesa faz. Talvez a limitação esteja justamente no tamanho da tela. Se você precisa de uma máquina com um tela grande, sua opção não será um notebook. Tem também outros detalhes. Para o pessoal que adora games, e joga títulos que exigem tudo e mais um pouco, até existem notebooks envenenados, como esse. Mas, o problema aí é o preço uma máquina dessas não sai por menos de oito mil reais. Aí, um desktop pode ser a melhor opção.  

Se você precisa de um micro super portátil, em que a leveza seja um fator preponderante, a sua máquina talvez seja um netbook. Eles são os primos menores dos notebooks. Geralmente, têm telas que não ultrapassam as onzes polegadas. É claro que para fazer uma máquina tão compacta, uma certa parte do desempenho fica comprometida. Mas, os netbooks mais modernos cumprem bem o papel de micro super portátil e até conseguem "dar play" em vídeos em alta definição. Tá certo que em uma tela tão pequena, isso não faz assim uma diferença tão grande... Resumindo: se você precisa de um máquina para levar para cima e para baixo, essa é a sua praia.  

Ah!, os tablets. Eles são os queridinhos da vez. A invenção de Steve Jobs é um sucesso sem precedentes. E eles realmente são muito bacanas para quem quer um micro super portátil, capaz de acessar a Web e exibir vídeos e outros conteúdos multimídia. Mas, correndo o risco se sermos xingados, nós aqui do Olhar Digital entendemos que os tablets servem muito bem para aquilo que o próprio Steve Jobs afirmou: consumir conteúdo. Se você tiver que produzir algo usando um tablet, já fica mais difícil. É certo que dá para usar acessórios, como teclados bluetooth – mas aí, o brinquedinho perde toda a praticidade e perde também no quesito preço, pelo menos por enquanto no Brasil. O governo está prometendo que eles vão ficar mais baratos... é esperar para ver...

Para completar, chegou mais um categoria. Os ultrabooks vão ganhar as lojas. A novidade foi apresentada no começo desse mês de junho, em Taiwan, durante a Computex, uma das feiras mais importantes de tecnologia. Eles são notebooks super finos, super leves e com baterias que duram muito. Neles, os tradicionais discos rígidos foram substituídos por SSDs – também conhecidos como memórias flash. Eles também deve oferecer telas sensíveis ao toque, ao estilo dos tablets. Na verdade, nós acreditamos que os ultrabooks vão acabar se transformando no padrão dos notebooks em alguns anos...  

Agora que você já conferiu os detalhes de cada categoria de computador, fica mais fácil escolher a máquina que mais atende suas necessidades e, é claro, cabe no seu bolso.

 

domingo, 29 de maio de 2011

Por que as ligações de celular caem quando você está em movimento?

Para entender por que uma ligação do telefone celular simplesmente cai, é preciso ter em mente um fato importante. O crescimento do número de aparelhos no Brasil é vertiginoso e constante. Hoje existem mais celulares do que habitantes no Brasil. Por outro lado, não há investimento na qualidade de serviço que acompanhe essa demanda. Ou seja, se fôssemos resumir em um parágrafo, uma ligação de celular simplesmente cai por falta de infra-estrutura.
 
São diversos os fatores que podem derrubar uma ligação. E podemos dividi-los em duas categorias: quando você está parado ou em movimento. "Quando a ligação cai e a pessoa está parada são duas causas principais: sobrecarga da rede ou interferência", explica Marcelo Zuffo, professor de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da USP.

A rede de celular funciona em uma estrutura em malha. São diversas torres; cada uma delas é responsável pelas ligações feitas em um certo raio de distância e suporta determinado número de usuários. Se este limite for excedido, sim, algumas pessoas simplesmente vão perder a ligação. Ou seja, quanto mais pessoas usam uma torre, menor é a área de alcance dela.
 
Mas para que não haja áreas sem sinal, esses círculos normalmente se encontram, ampliando a cobertura. A questão é que essas áreas de cobertura não têm o mesmo tamanho entre elas e nem sequer têm uma dimensão fixa. Elas flutuam e se modificam com a freqüência e o número de ligações sendo feitas ao mesmo tempo naquela região."Essas torres tem capacidades diferentes e as vezes elas são mal dimensionadas e criam áreas de sombra, áreas onde não existem conexão de telefonia. Se a pessoa está em movimento ela pode, por exemplo, ir de uma área com muito sinal para uma de sinal mais fraca", afirma Marcelo Zuffo.

Outro grande "derrubador" de ligações celulares são as interferências. E elas podem vir de todos os lados. Qualquer tipo de aparelho eletrônico pode ser um emissor eletromagnético. Normalmente, os aparelhos não compartilham freqüência com os celulares mais novos, mas isso ainda acontece muitas vezes e deixa muita gente sem sinal.
 
Diferente dos Estados Unidos e da União Europeia, a Anatel, órgão regulador das telecomunicações no Brasil, não homologa aparelhos eletrônicos que geram interferência nos telefones celulares. "O Brasil não tem uma regulação na área de interferência eletromagnética tão boa como outros países. As interferências são diversas, um ar condicionado, um microondas ou uma fábrica", explica Zuffo.

Pode até parecer brincadeira, mas a única coisa que nós, usuários, poderíamos fazer para evitar que as ligações caíssem seria falar parado e longe de qualquer fonte de interferência. Deixando o absurdo de lado, seria bom se as operadoras nacionais investissem adequadamente, para que tivéssemos um serviço um pouquinho melhor.

A diferença de qualidade no serviço de operadora para operadora não é mito. Existe mesmo. Nos Estados Unidos, por exemplo, um estudo recente mostrou que os clientes da AT&T sofrem muito mais com quedas de ligação que os clientes da Verizon.

 

Fonte: olhar digital

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Internet não cresce no Brasil há quase três anos, aponta pesquisa

    De acordo com o estudo, o uso da banda larga cresceu no país sem o aumento no percentual total de internautas            
 
Uma pesquisa realizada semestralmente pela F/Nazca com apoio do Datafolha divulgada nesta quarta-feira (18/5) aponta que o percentual de brasileiros com mais de 16 anos que têm o costume de acessar a internet permanece em 47%, o mesmo valor observado em março de 2008.

No entanto, o mesmo período viu um aumento expressívo no uso da banda larga, com um aumento de 12% para 29% da população. Além disso, a parcela dos internautas que utiliza a internet diariamente subiu de 32% para 44%.

O estudo também observou que, em pouco mais de um ano, o acesso à internet via dispositivos móveis dobrou no país, chegando a 9% da população. O crescimento é creditado, principalmente, aos jovens entre 16 e 24 anos de idade. Desde agosto de 2009, cerca de 7 milhões de brasileiros também incorporaram o hábito de fazer compras pela internet.

Para o diretor nacional de planejamento da F/Nazca, José Augusto Porto, uma das barreiras que ainda evita a entrada de mais brasileiros na internet são os altos preços da conexão no país. "O barateamento espontâneo dos pacotes de internet rápida parece não ter dado conta de fazer crescer o bolo", afirmou o executivo.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Dia Mundial do Backup ocorre nesta semana

    No dia 31 de março comemora-se o Dia Mundial do Backup, não deixe de participar desta corrente.
 
Não caia no "primeiro de abril". Salve seus dados. Cheque suas restaurações), ocorrerá no dia 31 de março (quinta-feira desta semana) o Dia Mundial do Backup. Esta data propõe uma mobilização para que todos os envolvidos realizem cópias de segurança dos seus dados e documentos.
Se você quiser participar deste movimento, pode fazê-lo sem grandes complicações. Dependendo do volume de informações que você possui armazenados, alguns DVDs podem ser o suficiente para o backup. Mas o mais recomendado é a utilização de HDs externos ou discos virtuais para salvar seus dados com mais segurança.
 
fonte: Tecnundo

quinta-feira, 10 de março de 2011

Aplicativo da Apple lê cédulas de dinheiro para deficientes visuais

Cada vez mais, a tecnologia tem ajudado pessoas com alguma deficiência física a viver melhor. Entre os deficientes visuais, uma grande dificuldade é reconhecer o valor das notas de dinheiro. Nos Estados Unidos, um aplicativo para iPhone, o LookTel Money Reader, ajuda deficientes visuais a reconhecer o valor das notas de dólares.

O app custa US$ 1,99 na App Store americana e funciona de forma bem simples: basta apontar a câmera do iPhone para a nota e o programa lê, em voz alta, o valor do dinheiro.

A primeira e, por enquanto, única versão do aplicativo só funciona com cédulas de US$ 1 a US$ 100, e não é recomendada para verificar a autencidade das notas. "O LookTel Money Reader lê as cédulas rapidamente em qualquer lugar, mesmo se não tiver conexão de internet disponível", explica Gary Kelly, porta-voz da empresa desenvolvedora, Ipplex.

No vídeo abaixo é possível ver como o programa funciona.

http://www.youtube.com/watch?v=lvfDnGMPrkI&feature=player_embedded

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

não existe meio termo para a acessibilidade

Sem meio termo

 

Existem algumas coisas que não possuem meio termo. Aprovação em um vestibular, por exemplo. Não é possível que um candidato tenha sido mais ou menos aprovado. Ou seu nome está na lista dos aprovados, ou não está.

A acessibilidade também não tem meio termo. Ou algo é acessível, ou não é.

Por definição, a acessibilidade pressupõe a garantia de condições para que todos tenham pleno acesso a algum bem ou a algum lugar. Há, portanto, dois critérios contemplados nesse conceito. Ninguém pode estar excluído do acesso, e este acesso precisa ser pleno, isto é, irrestrito e incondicional. Algo só é verdadeiramente acessível, se obedecer a estes dois critérios.

Em nosso dia-a-dia, nos deparamos, infelizmente, com inúmeros exemplos em que se tenta aplicar uma espécie de "meia acessibilidade":

Um determinado restaurante possui cardápio em Braille, mas este exemplar foi produzido há quinze anos, e, em todo esse tempo, nunca foi atualizado. Novos pratos foram acrescentados ao menu, os preços das refeições já foram várias vezes alterados, mas o cardápio em Braille continua o mesmo.

Um determinado produto possui, em sua embalagem, rótulo em Braille, mas esta embalagem não contém muitas das informações impressas no rótulo em tinta. O consumidor que tem deficiência visual não pode ler, por exemplo, a data de validade do produto, nem os ingredientes que o compõe.

Um determinado estabelecimento conta com uma rampa em sua entrada de acesso, mas ela é íngreme demais, de modo que seja impossível a subida de uma cadeira-de-rodas. Após algumas tentativas, a maioria dos cadeirantes desistem de subir a rampa, pois a tarefa é realmente ingrata.

Um programa de televisão possui o recurso de interpretação em LIBRAS (Linguagem brasileira de sinais), mas não possui audiodescrição, e isso faz com que os cegos percam muitas informações nele veiculadas. Os telespectadores cegos ficam excluídos da possibilidade de compreenderem as imagens exibidas durante o programa, e, conseqüentemente, não acompanham grande parte do seu conteúdo.

Uma determinada empresa se propõe a contratar pessoas com deficiências, mas restringe, no processo de recrutamento, os tipos de deficiências que deseja contemplar. Ela busca, em primeiro lugar, pessoas com deficiências físicas, (preferencialmente com aquelas deficiências que a organização considere como "leves"); em segundo lugar, busca pessoas com deficiência auditiva; em terceiro, pessoas com deficiência visual; e, por último, pessoas com deficiência intelectual.

Estes e diversos outros exemplos são casos em que a acessibilidade é posta mais ou menos em prática, e, por isso, conceitualmente, ela não acontece.

Assim como, pior do que não saber, é saber pela metade, ter algo mais ou menos acessível, muitas vezes, é pior do que não tê-lo.

Acessibilidade é portanto um conceito radical, no sentido de que só se aplica, se sua raiz for alcançada. Esta raiz constitui uma concepção clara e consistente sobre o tema. Não se pratica a acessibilidade por força de alguma lei ou decreto, mas sim, em função de uma atitude que, em sua raiz, seja coerente.

Como se pode ver, a acessibilidade traz consigo muitas exigências, porque ela realmente abala as estruturas. Analogamente, ocorre um processo semelhante ao de uma reação química. Nesse tipo de reação, os átomos precisam se rearranjar para que se chegue ao produto final, e este produto, por sua vez, tem uma estrutura diferente dos reagentes iniciais. Se esse rearranjo não aconteceu, a reação de fato não existiu.

Acessibilidade é assim: ou existe de fato, ou não existe.

 

Fonte: Cosmo On Lin

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Celulares aumentam níveis de açúcar em região do cérebro

Metabolismo do órgão é afetado após 50 minutos de uso do aparelho; estudo foi publicado na revista da Associação Médica dos EUA

 
Um estudo divulgado na edição desta quarta-feira (23) da revista da Associação Médica dos Estados Unidos (JAMA, na sigla em inglês) mostra que celulares alteram os níveis de açúcar (glicose) no cérebro, mas não chegaram a uma conclusão sobre os     efeitos do uso do aparelho à saúde das pessoas.

A pesquisa foi coordenada por Nora Volkow, dos Institutos Nacionais de Saúde norte-americanos (NIH, na sigla em inglês), e contou com 47 participantes, monitorados durante todo o ano de 2009.

Os voluntários usaram o aparelho nas orelhas esquerda e direita e foram submetidos a exames de tomografia para verificar como o cérebro estava sendo afetado pela exposição à radiação do aparelho.

A comparação foi feita com o telefone ligado e desligado, mantido próximo ao corpo dos participantes durante 50 minutos. Os médicos descobriram que, embora o cérebro inteiro não fosse alterado, algumas regiões, especialmente aquelas mais próximas à antena do celular foram afetadas, com os níveis de glicose aumentando em até 7% nas áreas.

Células cancerígenas normalmente consomam um volume maior de açúcar, mas Nora Volkow e sua equipe não afirmam que o uso prolongado de celulares tenha relação com o surgimento de tumores no cérebro. "Mais estudos são necessários para analisar os efeitos no longo prazo, inclusive quanto ao aparecimento de câncer", diz a especialista.
 
fonte: G1

domingo, 2 de janeiro de 2011

Empresa disponibiliza internet sem fio gratuita para 50 mil moradores da região metropolitana do Recife

A empresa pública Perpart vai ampliar oferecimento de internet sem fio, gratuito, para mais seis cidades: Olinda, Paulista, Abreu e Lima, São Lourenço da Mata, Camaragibe e Jaboatão dos Guararapes. O raio de cobertura saltou de dois quilômetros para até 20 quilômetros.
 
O Projeto Interperpart, implantado há nove meses, atendia até agora moradores de oito bairros do Recife que ficam nas imediações da empresa, localizada no Cordeiro. Com essa expansão, poderão ser atendidas mais de 10 mil famílias, o que corresponde a mais de 50 mil pessoas beneficiadas.
 
A ideia do projeto surgiu de um detalhe. O link utilizado e pago pela Perpart é usado apenas no horário comercial. Durante o dia, os serviços da empresa utiliza cerca de 98% do link. Após esse período, o sistema fica ocioso e praticamente não existe tráfego.
 
O Projeto disponibiliza internet de alta velocidade (10 MB) sem fio de segunda a quinta-feira, das 18h às 7h, e das 13h da sexta-feira até às 7h da segunda, além dos feriados.
 
O processo de inscrição é simples. Se o usuário detectar em seu computador fixo ou notbook o sinal do Projeto Interperpart, basta o mesmo se dirigir à sede da Perpart e preencher um formulário com os dados pessoais. Será permitido apenas um cadastro para cada residência.
 
É necessário ter mais de 18 anos, trazer xerox do comprovante de residência e da Carteira de Identidade e/ou CPF. Ao finalizar a inscrição ele receberá a senha padrão para acessar a internet. O novo usuário receberá ainda passo a passo de como configurar a rede para acessar a internet.
 
Para quem não possui uma placa de rede wireless (internet sem fio) em seu computador será necessário adquirir uma antena externa. Antes de comprar a antena, a Perpart orienta que seja feita uma certificação da presença do sinal do Projeto Interpart em sua residência.
 
No site da empresa (www.perpart.pe.gov.br) você pode conferir uma lista de perguntas e respostas sobre o projeto.
 
Serviço
 
Inscrição Projeto Interperpart
 
Contatos: 3184-5112 ou 3184-5113
Endereço: Perpart (Rua Dr. João Lacerda, 395, Cordeiro, Recife)
Com informações da Assessoria
 
fonte: Folha de Pernambuco