sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Apague todo o seu histórico do Google antes da nova política de privacidade entrar em vigor

A nova - e muito criticada - política de privacidade do Google entra em vigor em 1 de março. E muitos estão preocupados com o monitoramento da gigante das buscas sobre nossas atividades na web.
 
Para quem não sabe, todo o seu histórico nos sites do Google serão misturados e compartilhados entre todos os produtos que você usa da empresa, como YouTube e Google+. Isso significa que uma busca pelo nosso nome poderá revelar muito mais sobre nós: o que gostamos ou não, informações de saúde, religião, tendências, preferências sexuais, idade, entre outras (saiba mais aqui).
 
Mas, para quem não deseja ter sua privacidade, em tese, invadida, criamos um rápido tutorial de como você pode remover seu histórico da web e impedir que outros dados sejam armazenados pelo Google no futuro. Acompanhe abaixo.
 
Primeiro, acesse o site https://www.google.com/history e digite seu login e senha. Então, você provavelmente visualizará as novas políticas de privacidade da empresa. Já na página seguinte, se o seu histórico da internet estiver habilitado, você verá uma lista de pesquisa com os links mais recentes e outros sites visitados.

Reprodução

No topo da página,                clique no botão "Remover todo o Histórico da web", e pronto. Todos os seus dados de pesquisa até então guardados pelo Google serão removidos. Caso queira armazenar essas informações novamente, basta seguir o mesmo caminho e clicar no botão azul "Retornar", também no topo da página.
 
Vale lembrar que, se você possui mais de uma conta no Google, terá de repetir o processo para cada uma delas.
Fonte: olhar digital

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Ubuntu para Android: seu smartphone transformado em um verdadeiro computador

Mark Shuttleworth, fundador da Canonical, empresa responsável pelo Ubuntu, confirmou nesta quarta-feira (22/02) em seu blog que vai lançar o Ubuntu for Android, uma versão do sistema operacional que permite conectar seu smartphone a um dock especial com saída USB e HDMI, além de um monitor. Assim, será possível utilizar o seu dispositivo Android como se fosse um desktop. Difícil entender?
O projeto é um dos mais interessantes envolvendo celulares inteligentes e a plataforma Android. A Canonical vai tirar proveito dos novos processadores multi-core que estão chegando no mundo móvel e, assim, transformar dispositivos Android em verdadeiros PCs capazes de navegar na internet, editar documentos, acessar e-mails, escutar músicas, assistir filmes e enviar SMS ou atender ligações como se estivéssemos usando um smartphone.

O Ubuntu for Android já virá com um pacote básico de programas (Thunderbird, Chrome, VLC Player, Google Docs e outros), mas você poderá instalar qualquer outro arquivo disponível para o sistema desde que haja espaço na memória no celular. Dessa forma, é como se você levasse seu computador para qualquer lugar, no seu bolso, e é justamente essa a proposta da Canonical ao desenvolver o programa. Isso se mostra interessante para empresas que podem se beneficiar desse conceito e cortar custos de equipamentos para funcionários, por exemplo.
 
Entre outras funções citadas no site do Ubuntu, você poderá também acessar ou editar o caléndário ou sua agenda de contatos, além de verificar seus perfis no Facebook, Twitter e outras redes sociais.
 
Para ser executado, o Ubuntu for Android vai exigir um smartphone com processador dual-core de 1GHz, 512MB de memória RAM, 2GB de armazenamento livre, saída HDMI e aceleração de vídeo. Na teoria, qualquer aparelho top de linha lançado em 2011 já se encaixa nesses requisitos.
 
A nova plataforma da Canonical ainda não está disponível para o público em geral. Mas vale lembrar que a empresa fará uma demonstração das novas ferramentas na Mobile World Congress 2012 (MWC), que começa na semana que vem, em Barcelona (Espanha).

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Nova tecnologia permite que sites de compartilhamento fiquem imunes a ataques

    Os planos e esforços dos governos em todo o mundo em tentar combater a pirataria e acabar com os sites de compartilhamento de arquivos podem ir por água abaixo.             Uma nova tecnologia, chamada de Tribler, foi criada para proteger essas páginas de qualquer tipo de ataque governamental e a única maneira de derrubá-lo seria fechando toda a internet.

De acordo com o Daily Mail, o software é uma variante do popular programa de arquivos BitTorrent, com a diferença de ser projetado especificamente para ficar online em qualquer circunstância - incluindo ataques por parte de governos e organizações anti-pirataria. Pesquisadores da Delft University of Technology (Países Baixos) explicam que, por não possuir um "ponto central", ou seja, uma origem para ser atacada, o Tribler continuaria funcionando mesmo se todos os sites do mundo fossem fechados.

"Nossa missão fundamental é facilitar o compartilhamento de informações sem estabelecer limites. Não importa o quanto as leis malucas podem avançar no futuro; as pessoas sempre vão ser capazes de compartilhar seus arquivos", declarou o Dr. Pouwelse, criador do Tribler.

Outras informações afirmam que os testes com essa tecnologia acontecem há cerca de seis anos e, em sua vida útil, nunca foi desligada ou experimentou uma queda ou instabilidade, nem por um segundo.

Pelo fato de não ter um ponto de origem, os usuários podem compartilhar os arquivos com outras pessoas sem a necessidade de uma lista para hospedar seus dados e ainda têm a possibilidade de divulgar torrents postados em sites como The PirateBay.