domingo, 30 de dezembro de 2007
Compare programas e descubra se vale migrar para o software livre
Eleitoral, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal usam sistemas operacionais e softwares livres. O governo investe internamente na migração e também
incentiva usuários comuns a fazer o mesmo em seus computadores pessoais.
A tendência não é exclusiva do Brasil. No mundo, a Comunidade Européia e os Estados Unidos também recomendam o uso do software livre. Gigantes como HP e
IBM investem no desenvolvimento desses programas. A Microsoft, por exemplo, reage ao anunciar a venda do Windows a U$ 3 para projetos educacionais em países
subdesenvolvidos.
Exemplos de comparações:
FIREFOX x INTERNET EXPLORER
BrOFFICE x MICROSOFT OFFICE
GIMP X ADOBE PHOTOSHOP
PIDGIN X WINDOWS LIVE MESSENGER
SONGBIRD X WINDOWS MEDIA PLAYER
VLC X WINDOWS MEDIA PLAYER
Para aproximar você dessa onda, o UOL Tecnologia realizou um comparativo entre os programas proprietários mais comuns e seus similares livres.
Quer trocar todo o software do PC? Tem um PC que já veio com Windows instalado e prefere não arriscar? Que tal, então, usar apenas softwares livres em vez
de "apelar" para a pirataria? Conheça, aqui, programas que podem surpreender você. Confira mais detalhes acessando o link abaixo.
http://tecnologia.uol.com.br/ultnot/2007/12/20/ult4213u265.jhtm
Por que mudar?
A primeira questão favorável aos softwares livres é o custo. Em geral, eles são gratuitos. Com isso, tanto usuários comuns quanto grandes instituições
economizam ao não comprarem programas. O Metrô de São Paulo, por exemplo, deixou de gastar mais de US$ 990 mil com licenças e softs desde 2001.
Há, ainda, uma questão ideológica —os softwares livres pregam a liberdade de cópia, reprogramação e distribuição. Profissionais de todo o mundo trabalham
para adicionar novas funções e aperfeiçoá-los. Assim, o governo pode adaptar os softwares para seu uso e ainda estimular o desenvolvimento da tecnologia
nacional.
Uso doméstico
A ampliação do uso do software livre também diminui a pirataria. Você pode ter, de graça, programas com as funções que usa atualmente, sem cometer nenhum
crime. Outro diferencial: poucas pessoas utilizam todas as ferramentas que um software proprietário oferece, muitas vezes limitando-se àquelas que também
estão disponíveis no software livre. E o melhor, a grande maioria tem versões para plataformas como Windows, Linux e Mac.
Entre as atitudes do Brasil para incentivar o uso de software livre entre usuários comuns está a dedução de impostos sobre computadores com sistema operacional
Linux. No programa "Computador para Todos", 26 softwares livres auxiliam na popularização do PC.
O usuário, entretanto, ainda não aprovou a idéia. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), 73% dos compradores do PC com Linux
do governo pretendem substituir o sistema por Windows. A grande maioria acaba optando por uma cópia pirata.
Entenda o que é software livre e outras licenças de softwares.
ser vendido ou disponibilizado gratuitamente. Um caso é o da Red Hat que comercializa o Red Hat Enterprise Linux. A possibilidade de modificações implica
na abertura de seu código fonte. A maioria dos softwares livres é licenciada como GNU GPL ou BSD.
GPL: a Licença Pública Geral GNU acompanha os pacotes distribuídos pelo Projeto GNU (General Public License). É a mais utilizada, sendo adotada pelo Linux.
Ela impede que o software seja integrado em um software proprietário e garante os direitos autorais. Não permite que as liberdades originais sejam limitadas,
nem que sejam impostas restrições que impeçam a distribuição da mesma forma que foram adquiridos.
Cientistas pesquisam robô flexível para cirurgia sem corte de pele
pele do paciente.
A equipe, que trabalha no Imperial College, recebeu recursos da ordem de US$ 4 milhões (R$ 7,1 milhões) para construir e testar um robô cirúrgico chamado
i-Snake.
Ele será aparelhado com sensores, motores e equipamento para registrar imagens e poderá ser usado em operações complexas no coração e intestinos.
O i-Snake também poderá ser utilizado para diagnósticos, atuando como mãos e olhos do cirurgião em áreas de difícil acesso dentro do organismo.
Ara Darzi, um dos cirurgiões que chefiam o projeto, disse: "O equipamento técnico que temos atualmente é muito grande e incômodo e nos permite realizar
cirurgia de keyhole (ou de laparoscopia) através de quatro ou cinco incisões diferentes, enquanto através do robô i-Snake não teremos nem que fazer uma
incisão --conseguiremos acesso à área através da boca ou qualquer orifício natural".
Os testes estão previstos para dentro de três anos.
Cirurgias minimamente invasivas apresentam vantagens como menor área de cicatrização, menor tempo de hospitalização e recuperação mais rápida. Cirurgiões
buscam formas de evitar totalmente incisões.
Fonte: BBC Brasil
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Laptop ultraportátil da HTC vem com 3G
O laptop vem com tela widescreen de 7 polegadas sensível ao toque e roda o sistema operacional Windows Vista. O disco pode ser de 40 GB ou 60 GB. As opções
de conectividade ficam por conta do 802.11g, do Bluetooth e do 3G via HSDPA/UMTS.
O Shift pesa apenas 800 gramas, mas incorpora detalhes bacanas como leitor de impressões digitais e webcam. O teclado é do tipo slider.
A HTC ainda não tem previsão de venda do Shift no Brasil, mas ele está no roadmap de lançamentos para 2008. Para quem quer navegar pelo 3G, a opção que
está chegando ao país é o smartphone TyTN II, com tela de 2,8 polegadas e teclado QWERTY deslizante.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Baterias para 20 horas no laptop?
melhorar as baterias recarregáveis de íon-lítio. Usando fios condutores de
silício, as baterias passariam a armazenar dez vezes mais energia. Com
isso, um laptop cuja bateria funciona por duas horas, passaria a fornecer
cerca de 20 horas de uso ininterrupto. Nada mal.
domingo, 16 de dezembro de 2007
MS terá XP para laptop de US$100 até junho
A versão do XP para rodar no laptop de US$ 100 ficará pronta até junho de 2008, explica a Microsoft Segundo o coordenador do projeto, o engenheiro James Utzschneider, há 40 engenheiros da Microsoft trabalhando no projeto, que deverá ser concluído, no máximo,em junho de 2008. Utzschneider explica em seu blog que uma das dificuldades que seu time está enfrentando é preparar o XP para rodar numa máquina que só possui memória flash. O XO, como é chamado o laptop de US$ 100, não possui disco rígido magnético. Atualmente, as máquinas produzidas pela OLPC, organização que desenvolveu o XO, têm no máximo 1 GB de memória flash. A Microsoft sugere a inserção de maisum cartão de 2 GB no laptop, para instalar seus aplicativos. Os 2 GB seriam necessários para instalar e rodar o Windows XP e uma versão adaptada do Office.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Claro 3G, Internet banda larga sem fio
Mais praticidade
Você pode navegar na web, fazer downloads de arquivos grandes, acessar e-mails e mensagens instantâneas com muito mais rapidez e mobilidade.
Você não precisa de provedor
Basta contratar um Plano Banda Larga 3G da Claro e conectar um modem USB ou uma placa PCMCIA, compatível com o serviço, a um computador ou notebook. Confira
abaixo os planos que a Claro oferece para você:
Plano Banda Larga 3G 500 Kbps Plano Banda Larga 3G 1 Mbps
Claro estréia 3G no Recife
A rede 3G da Claro utiliza tecnologia UMTS (Universal Mobile Telecommunication System) com HSDPA (High-Speed Downlink Packet Acess). Segundo a operadora,
a velocidade média fica por volta de 1,2 Mbps. Nos testes, atingiu a velocidade máxima de 6,1 Mbps.
Com mais velocidade de tráfego de dados, é possível oferecer serviços mais avançados. Um exemplo é a videochamada, que permite transmissão simultânea de
áudio e vídeo em tempo real. O custo do serviço, por minuto, é R$ 0,60. Para os clientes de 3G da Claro, a oferta de conteúdo multimídia é maior e o download
é mais veloz.
O serviço estará disponível inicialmente para clientes de planos pós-pago, que utilizam a tecnologia GSM, do Distrito Federal e das regiões metropolitanas
do Recife e de Fortaleza.
A partir do dia 20, o serviço estará disponível em Porto Alegre. A estréia em São Paulo e no Rio de Janeiro está programada para dezembro. Segundo a operadora,
no ano que vem o serviço estará disponível também para clientes de planos pré-pagos.
Para utilizar serviços de 3G, é preciso ter um celular compatível. A Claro oferece cinco modelos, de fabricantes como Nokia, LG, Palm e Samsung. Em dezembro,
a operadora pretende ampliar o portfólio de aparelhos 3G, com quatro novos modelos.
Há cinco planos oferecidos pela Claro que incluem voz e serviços 3G e variam entre R$ 76,90 a R$ 323. No Distrito Federal, o Plano 3G 80, o mais barato
(R$ 76,90), inclui 70 minutos de voz, 10 MB de tráfego de dados, 10 minutos de videochamada, 10 minutos de acesso ao Idéias TV, 30 mensagens de SMS e 30
mensagens de MMS.
Para quem deseja navegar na internet e acessar e-mails usando o celular, há cinco pacotes de dados 3G que variam de R$ 19,90 (10MB) a R$ 99,90 (2GB).
Para navegar na internet móvel utilizando a 3G em computadores, a operadora oferece uma placa PCMCIA da Huawei e um modem USB da Giant. Há dois planos de
uso ilimitado, com duas opções de velocidade: 500 Kbps (R$ 69,90 ao mês) e 1 Mbps (R$ 99,90 ao mês).
A rede 3G da Claro utilizará a freqüência de 850 MHz, utilizada pela operadora para a rede TDMA. Na sexta-feira (9), a operadora Telemig saiu na frente
da concorrentes e inaugurou sua rede 3G, também em 850 MHz, em Belo Horizonte.
Kátia Arima, da INFO
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Alunos brasileiros estão entre os piores em matemática, mas país progride na qualidade do ensino da matéria
Os alunos brasileiros estão entre os piores em conhecimentos de matemática e capacidade de
leitura, segundo o relatório do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa 2006)
elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). De acordo com a
pesquisa, que analisou as habilidades de 400 mil alunos na faixa dos 15 anos em 57 países em
2006, o Brasil foi o quarto pior no ranking de matemática, e o pior entre os países
sul-americanos, mas também obteve o quarto maior progresso se comparado a 2003. Os alunos
brasileiros marcaram 370 pontos em matemática, 13 a mais do que em 2003, quando foi feita a
última sondagem. Superado neste quesito apenas por Indonésia, México e Grécia, o país, no
entanto, não obteve resultados expressivos nas demais categorias do estudo, que analisa
conhecimentos científicos, lingüísticos e matemáticos. Apesar de ser o pior resultado, foi em matemática que mais conseguimos evoluir (Reynaldo
Fernandes, presidente do Inep) Segundo o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) - órgão
responsável pela coordenação do Pisa no Brasil -, Reynaldo Fernandes, apesar de ter o pior
resultado em conhecimentos de matemática, foi na matéria que os estudantes brasileiros mais
melhoraram desde o último estudo, realizado em 2003. - Apesar de ser o pior, foi o que mais conseguimos evoluir - disse Fernandes.
No Brasil, região Sul tem as melhores notas
Em sua terceira participação no Pisa, o Brasil mostrou desempenho similar aos anos anteriores
em ciências, uma ligeira queda em leitura e um aumento significativo em matemática. A região Sul
obteve as melhores notas, e a região Nordeste, as piores. O Sul apresentou o melhor desempenho
nas três áreas. Em segundo lugar ficou o Centro-Oeste em matemática e ciências, e o sudeste em
leitura. Essas duas regiões se revezam no terceiro lugar. Na avaliação das capacidades científicas, o Brasil obteve 390 pontos , à frente apenas da
Colômbia (388) - entre os países sul-americanos que participaram do Pisa -, e da Tunísia,
Azerbaijão, Catar e Quirguistão. O melhor sul-americano é o Chile, com 438 pontos, seguido por
Uruguai (428) e Argentina (391). A líder geral é a Finlândia, que obteve 563 pontos, muito à
frente de Hong Kong (542), segundo colocado, seguido por Canadá (534), Taiwan (532), Estônia e
Japão (531). A qualificação média entre os países da OCDE foi de 500 pontos. Abaixo dessa
pontuação aparecem países como Estados Unidos (489), Espanha (488), Noruega (487), Itália (475),
Turquia (424) e México (410). Especialistas avaliam que a má formação dos professores seja uma das principais causas do fraco
desempenho dos estudantes brasileiros . Um estudo do Ministério da Educação (MEC) revela que sete
em cada dez professores de ciências das escolas no Brasil não têm formação específica para
lecionar a disciplina. A maioria fez faculdade em outra área e alguns não têm sequer diploma
universitário. O problema se agrava entre os professores de física: 90% e 86% deles,
respectivamente, não concluíram o curso apropriado. A pesquisa foi feita com base em dados de
2003 para turmas de 5ª a 8ª série do ensino fundamental (ou 6º ao 9º ano, onde o ensino
fundamental dura nove anos). A prova de conhecimentos científicos englobou questões referentes a cultivos transgênicos,
telas solares, roupas "inteligentes", questões de geologia, história das vacinas, exercícios
físicos, chuva ácida e efeito estufa.
Brasil também entre os piores no ranking de capacidades de leitura"
Estudo do MEC revela que sete em cada dez professores de ciências das escolas no Brasil não têm
formação específica para lecionar a disciplina Na avaliação das capacidades de leitura, o Brasil obteve 393 pontos, ficando entre os oitos
piores. O país aparece à frente de Colômbia (385) e Argentina (374). No entanto, é superado por
Chile (442) e Uruguai (413), entre os sul-americanos. A Coréia do Sul lidera a avaliação, com 556
pontos. A Finlândia vem logo atrás, com 547, seguida por Hong Kong (536), Canadá (527), Nova
Zelândia (521), Irlanda e Austrália (517). Abaixo da média da OCDE, de 492 pontos, estão, entre
outros, Itália (469), Espanha (461), Turquia (447) e México (410). Dos 57 países avaliados, trinta fazem parte da Organização para a Cooperação e o
Desenvolvimento Econômico (OCDE). Outro estudo, desta vez da Unesco e que foi divulgado na sexta-feira, considera que, com 15
milhões de analfabetos (40% dos 38 milhões de pessoas que não sabem ler na América Latina, o
Brasil está longe de cumprir as metas de educação estabelcidas pela entidade . Por outro lado, a USP conseguiu figurar no ranking elaborado pelo Conselho de Taiwan para
Avaliação e Acreditação de Ensino Superior . Na lista, que considera 500 instituições, a
universidade federal paulista ocupa a 94ª posição. A pesquisa avalia a performance da produção
científica em universidades do mundo todo.
O Globo Online, com agências internacionais e Demétrio Weber - O Globo
