Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/10/2011
Mudando de ideia
Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, criaram um tablet que permite escrever braile usando a tela sensível ao toque.
"Originalmente, nossa intenção era criar um aplicativo de reconhecimento de caracteres que pudesse usar uma câmera de um dispositivo móvel - um celular
ou um tablet - para transformar páginas em Braille em textos correntes," explica Adam Duran, idealizador do projeto.
Mas os problemas começaram a pipocar rápido.
"Como é que uma pessoa cega vai orientar uma página para que o computador saiba qual é o lado de cima? Como uma pessoa cega vai garantir a iluminação correta
de toda a página," explica Duran.
Logo ficou claro para ele e seus colegas Adrian Lew e Sohan Dharmaraja que o pulo do gato não era fazer um leitor Braille, mas um "escrevedor" Braille.
"Imagine ser um cego em uma sala de aula, como é que você vai fazer anotações," comenta Lew. "E como fazer se você estiver na rua e precisar anotar um número
de telefone? Estas são questões reais com que as pessoas cegas se deparam no dia-a-dia."
Tablet para escrever em Braille
Uma máquina de escrever Braille moderna se parece com um notebook sem tela, com um teclado de oito teclas - seis para criar o caracter, mais um enter e
um delete.
O maior desafio foi criar uma forma para que uma pessoa cega pudesse encontrar as teclas em uma tela sensível ao toque comum, que é plana, sem nenhuma saliência.
Então, em vez de criar teclas na tela que o usuário precise localizar, os cientistas inverteram o processo: o usuário coloca oito dedos simultaneamente
sobre a tela e o programa leva as teclas virtuais até cada um dos dedos.
Se o usuário ficar perdido no meio da digitação, basta tirar todos os dedos da tela e começar de novo.
Os cientistas afirmam que um tablet Braille deverá custar um décimo do preço de uma máquina de escrever Braille tradicional.
Mudando de ideia
Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, criaram um tablet que permite escrever braile usando a tela sensível ao toque.
"Originalmente, nossa intenção era criar um aplicativo de reconhecimento de caracteres que pudesse usar uma câmera de um dispositivo móvel - um celular
ou um tablet - para transformar páginas em Braille em textos correntes," explica Adam Duran, idealizador do projeto.
Mas os problemas começaram a pipocar rápido.
"Como é que uma pessoa cega vai orientar uma página para que o computador saiba qual é o lado de cima? Como uma pessoa cega vai garantir a iluminação correta
de toda a página," explica Duran.
Logo ficou claro para ele e seus colegas Adrian Lew e Sohan Dharmaraja que o pulo do gato não era fazer um leitor Braille, mas um "escrevedor" Braille.
"Imagine ser um cego em uma sala de aula, como é que você vai fazer anotações," comenta Lew. "E como fazer se você estiver na rua e precisar anotar um número
de telefone? Estas são questões reais com que as pessoas cegas se deparam no dia-a-dia."
Tablet para escrever em Braille
Uma máquina de escrever Braille moderna se parece com um notebook sem tela, com um teclado de oito teclas - seis para criar o caracter, mais um enter e
um delete.
O maior desafio foi criar uma forma para que uma pessoa cega pudesse encontrar as teclas em uma tela sensível ao toque comum, que é plana, sem nenhuma saliência.
Então, em vez de criar teclas na tela que o usuário precise localizar, os cientistas inverteram o processo: o usuário coloca oito dedos simultaneamente
sobre a tela e o programa leva as teclas virtuais até cada um dos dedos.
Se o usuário ficar perdido no meio da digitação, basta tirar todos os dedos da tela e começar de novo.
Os cientistas afirmam que um tablet Braille deverá custar um décimo do preço de uma máquina de escrever Braille tradicional.

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